Auto da purga

Fecho a janela, devagar …

A todo o influxo de medos…

uma despedida, nada dolorida

Que não carrega quaisquer segredos…

E para os pensamentos,

Que batiam como torpedos,

Para velhos tormentos e infindos sentimentos

Descobri o analgésico,

O teu sorriso

Metafísico, intrigante, quase etéreo

Sinestésico, será a cura

Puro amor

A libertação que perdura

Mesmo com dor

Um exorcismo á alma,

Uma armadura para as vicissitudes,

Uma plenitude que acalma

E nos enche das mais belas virtudes.

E borboletas!

Klarah

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