Demasiado tarde

Que não haja miseração pelo meu suplício

Criei-me assim

Um mecânico rascunho sem fim

O ponto final sem o princípio

Eremita, fechada em reflexão

Escrevo como se pintasse uma tela

Pinto com as cores do coração

Canto minhas dores acapella

Porque minh’alma nasceu tão velha

Porque nasci com os olhos abertos

Tão alerta e crente nela

Nos seus premonitórios sonhos despertos

Sou mais do que vês

Menos do que conseguiste perceber

A mesma que encontraste

E que conseguiste assim perder…

De fundo ouço o ressoar das 12 badaladas…

Está a tornar-se tarde… Demasiado tarde.

Klarah

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