Meu caro melhor amigo

Meu caro melhor amigo,

Oxalá que ainda me escutasses!

As coisas que partilharia contigo, se ainda me sentisses…

As novas perspectivas que verias, se ainda me olhasses e me visses…

Pois estás cego, embrenhado no teu maldito ego, não me vês desfeita em mil cacos…

Aprenderias, para teu bem, que não se ama desta maneira,

Incompreendidamente e só.

Apanho os meus próprios pedaços.

Luto com um caos interminável dentro de mim.

Rogo á calma, busco paz nos confins d’alma,

Tentando não amar assim…

Oh meu querido melhor amigo,

Eu não fujo, mas sempre me deixas escapar

Como sabonete por entre os dedos,

Não confrontas os teus medos,

Ficando sempre eu, na corda bamba…

Sequei as lágrimas.

Silêncio. Vago, triste, e gélido silêncio. É tudo o que posso ser.

Até que o destino me note…

Klarah

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