Em prol do sentir – desfado

Já vai alta a madrugada

A cabeça cheia de tudo

O coração tão cheio de nada

Trago um nó cego na garganta

E choro

Um tiro á queima roupa na esperança

A inquietude alastra-se,

o sentimento desgasta-se,

em dó maior o meu desfado…

Bebo mais um trago de rosé, acendo outro cigarro…

Analiso,o quão desgastante a loucura é…

Enquanto dormes do meu lado.

Porque somos todos tão sós?Quisera eu outrora salvar-te da vida vazia,

Como uma catarse para a tua alma cor de níquel,

Errónea desde então afasto-me da minha essência

Em epifania, consciência,

Vejo-me a entrar no nefasto,

Por arrasto da tua demência!

Klarah

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