(Des)Amor

Tua boca mente,

Os teus olhos acompanham

E deles faço meu cárcere!

Contam falácias, acordam memórias

De uma história que tinha tudo para ser verdade

Estou no chão

Onde me largaste

Nunca foi o teu forte, a piedade

Sempre que passas pisas um pouco mais

Cego pela malícia,surdo para os meus ais

No âmago perdida

Enfeitiçada pela alquimia

de um amor que deixaste…

Embora nunca tenhas deixado…

Diz-me quando partiste,

Embora digas estar ao meu lado…

Klarah

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