O poder das palavras

Há uma expressão antiga que refere que “palavras, levam-nas o vento”…

Na verdade, discordo. Apesar de perceber o contexto, que justifica a tolice de uns, as mentiras de outros, e a ignorância de outros tantos.

Banalizando no entanto, o poderio das mesmas.

Os pensamentos verbalizados ou nao, as palavras que proferimos ou as “conversações internas” na mente, decidem deveras o nosso destino. Uma palavra tem um poder incalculável.

Questionemos; quantas vezes já te sentiste mais capaz, por exemplo de superar um obstáculo, porque alguém te disse que consegues?

Quantas vezes tiraste alguém do desespero com simples palavras de alento?

Quantas vezes te sentiste só, e revoltado, e porque alguém te lembrou do quanto vales, viste a luz no fundo do túnel?

Quantas vezes já salvaste alguém ou já foste salvo por palavras?

Quantas vezes “destruíste” alguém com elas também?

O que dizemos e como dizemos no final de contas, decide o quão escarpado será ou não o trilho a percorrer amanhã.

Define a vida, a visão, o amor que terás.

Os amigos, o poder, o material, o trabalho que terás. Para o bem e para o mal.

Todos temos o poder da palavra.Poucos sabem usá-lo devidamente em seu benefício, e em benefício alheio.

Diálogo externo e interno.

A crença de que o pensamento positivo atrai felicidade não é uma ilusão, é um facto.

Usemos o poder que nos fora dado a todos nós, de forma altruísta e positiva.

Hoje podes salvar alguém, sem te aperceberes.

A ti mesmo, aos teus, ao amigo, ao vereneante, ao mendigo…

Eu já fui salva vezes sem conta.

Obrigada a quem prega e pratica

Klarah

1 comentário Adicione o seu

  1. Jorge Santos disse:

    Com’um grito …
    Como eu, o grito
    Cresce à vista a ira,
    O vasto e o calado,
    A solidão do prado,
    Com o meu grito,
    Nem porto ou cais
    Poderá ser d’vendavais
    Abrigo,
    Como eu grito,
    Nem os pássaros
    E o cio dos lobos,
    Parideira com dor,
    Como eu nem os
    Animais ou a fúria
    De seis/sete Búfalos,
    Como eu, o grito
    É ter cinco pedras
    Na mão e determinação
    Fora-do-normal
    De gorila grisalho,
    Do Adamastor
    O urro, a dor de Joana D’arc
    No lume, um murro
    Como grito rouco
    Na comuna de Paris,
    Das barricadas, “Liberté Égalité
    Fraternité”
    Que estilhaçou a história,
    Como o meu grito,
    Precede o silêncio,
    Assim o galope,
    Inação não é luta,
    É esquecimento,
    Sejamos cavalos de tiro,
    Gorilas, Ursos, Bois ou Brutus,
    Cães com pulgas,
    Mas não deixemos
    De gritar “Porra”
    E libertar do peito o urro
    Da Vitória convicto e bruto,
    Com’um grifo …
    Joel Matos (05/2018)
    http://joel-matos.blogspot.com

    Curtido por 2 pessoas

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